terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

G.E.CEPAP Participou hoje 28/02/12 do Fórum Metropolitano em Defesa do Transporte Público.

Nesta terça-feira (28), em reunião do Fórum Metropolitano em Defesa do Transporte Público, o G.E.CEPAP deixou bem claro que é preciso saber chegar até a juventude e a população alertando sobre o Projeto, até mesmo usar as Mídias Sociais para  passar todas as informações necessárias. 
A atividade ocorreu no SINTSEP-PA, localizado na Av. Mauriti nº 2239, entre Duque de Caxia e Visconde de Inhauma, das 18h00 ás 20h30. A pauta da reunião centrou na construção do I Seminário do Fórum que será realizado no dia 24/03 das 14h00 ás 18h00 em pedido feito pelo G.E.CEPAP, pois sabemos as dificuldades da participação de alguns alunos em dia de semana.
O Seminário terá como eixo o "caos social em Belém",com ênfase no transporte público e saúde. Esperamos todas as entidades, os estudantes e ativistas para que nos ajudem na construção deste seminário.
Contamos com a participação dos estudantes do CEPAP, para que depois do Seminário, irmos as Ruas, falar com a população e alerta a respeito do BRT Belém e o Ação Metrópole.

Contamos com vocês!! estão todos convidados...

Desde já agradecemos.  

G.E.CEPAP "Lutam melhor os que tem belos sonhos" - Che 


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Alunos revestem com grafite muro da escola Pedro Amazonas Pedroso

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A arte do grafite virou realidade pelas mãos de 15 alunos da Escola Estadual Pedro Amazonas Pedroso, que botaram em prática, na manhã desta sexta-feira (3), as técnicas apreendidas durante a oficina ministrada pelo projeto Biizu, da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom). O muro do colégio ganhou novas cores e forma com a imaginação e a técnica dos estudantes, no encerramento do curso.

Após quatro dias aprendendo sobre formação de letras, intervenções urbanas, uso do estêncil e latinhas spray, os alunos transformar a teoria em prática. Aos poucos surgiram pássaros, um vaso marajoara e uma árvore, que encheram de cor o muro que antes expunha apenas os sinais do tempo. O projeto gráfico da obra foi elaborado pelos alunos, sob a coordenação de artista plástica Drika Chagas, responsável pela oficina.

“Cada aluno fica livre para encontrar seu próprio estilo, e durante as oficinas já se percebe o talento que alguns têm para a arte do grafite. O mais importante, porém, é que os alunos aprendem a diferenciar grafitagem de pichação. O grafite é poetizado, serve para passar mensagens nessa grande galeria a céu aberto, que são os muros abandonados da cidade”, explica a artista.

O aluno do convênio Ramon Santos, 18 anos, sempre gostou de grafite e se inscreveu na oficina assim que abriram as inscrições. “A possibilidade de ter uma primeira experiência na área foi o principal motivo da minha participação no Biizu. Nunca pensei que iria aprender sobre o grafite dentro da escola”, contou.

“A gente vê que é capaz, que consegue realizar algo bacana, e ficamos orgulhosos com isso. Agora toda a escola pode ver o dom que temos para a arte, aqui nesse muro”, disse Giovane Castro, 19 anos, também do convênio. A estudante Danielle Leal, 15 anos, do primeiro ano do ensino médio, não participou da oficina, mas acompanhou de perto o trabalho dos novos grafiteiros e se disse impressionada com o resultado do trabalho.

“Nunca imaginei que gente tão jovem poderia fazer um trabalho tão bacana. O muro ficou lindo. É um presente para a nossa escola”, comentou. No total, 135 jovens, entre 15 e 19 anos, foram contemplados pelas oficinas ofertadas no Pedro Amazonas Pedroso. Além de grafite, também foram ministrados cursos de web, fotografia, audiovisual, desenho, rádio e jornal impresso. As sete atividades fazem parte do quadro fixo de oficinas do Biizu.

Oficinas do Biizu capacitam jovens da escola Pedro Amazonas Pedroso

A Escola Pedro Amazonas Pedroso, no bairro do Souza, em Belém, é a primeira a receber, este ano, as oficinas de mídia popular Biizu, da Diretoria de Comunicação Popular e Comunitária da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom). Desde segunda-feira (30), os jovens da escola participam de cursos em audiovisual, desenho, web, jornalismo impresso, fotografia, grafite e rádio. A meta é capacitar pelo menos 2,5 mil pessoas em todo o Estado.

Durante as oficinas, os alunos criam blogs, programas de rádio, textos e exposições fotográficas, entre outros produtos que são expostos no fim dos cursos. Cada curso tem duração de 20 horas e, ao final das aulas, os alunos recebem certificado de participação. Ao final das oficinas, os produtos das atividades também são divulgados no site do projeto, www.biizu.com.br. As oficinas seguem até sexta-feira (04/03).

Julli Serrão, de 16 anos, é uma das alunas que vêm se destacando na oficina de rádio. A jovem cursa o primeiro ano do ensino médio e pretende prestar vestibular para direito. “Tem sido uma oportunidade muito legal. Como sou uma pessoa mais desinibida, o curso tem sido um oportunidade para desenvolver minha comunicação. Com a oficina posso ter uma noção de como funciona uma rádio. Agora vejo que existem muito mais pessoas envolvidas, além do locutor, e como se dá a busca pela notícia”, comenta.

Diana Gemarque, de 16 anos, participa da oficina de fotografia.

Ela conta que quando soube que sua escola receberia as oficinas, logo ficou interessada, por já ter afinidade com a área da comunicação. “Sempre quis cursar artes cênicas, mas ultimamente tenho pensando muito em jornalismo. Quando a professora falou das oficinas achei uma grande oportunidade. Sempre tive um interesse pela fotografia, mas as aulas têm feito eu me interessar ainda mais. Superou minhas expectativas”, diz a aluna.
Habilidades

Para a diretora da escola, Dircineide Pinto, as oficinas somam ao trabalho pedagógico desenvolvido no colégio. “É uma forma de ocupar o tempo dos nossos jovens de uma forma consciente e também de resgatar muito deles. Os alunos, por exemplo, que praticam a pichação, depredando o patrimônio público, aprendem uma forma positiva de usar essa habilidade, com a grafitagem. Tem gente que tem vontade, mas não desenvolve por falta oportunidade. E essa é uma”, afirma a diretora.

Dircineide foi apresentada ao projeto por uma professora da escola, Ivanilce Santos. “Fiz as oficinas durante a feira pan-amazônica do livro e achei uma excelente oportunidade para nossa escola. Mandei o ofício e a equipe me retornou perguntando se a escola realmente queria”, conta a professora.

Felipe Braun, um dos coordenadores do projeto destaca que, este ano, o Biizu também dá início a uma espécie de ampliação do projeto, em que, ao invés de apenas um curso, os alunos serão capacitados para todas as mídias. Para isso, o período das aulas se estende e passa a ter duração de um mês. Ainda neste semestre, um projeto piloto será posto em prática na Escola Vilhena Alves, para os alunos que fazem parte do Núcleo de Atividades de Altas Habilidades.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Fotos da Abertura dos Jogos Internos do CEPAP






Platéia Pedroso!!









-Apresentações-























 














 
-PING PONG-




-Alunos no clik-



 -Festa de Abertura dos Jogos-












Agradecemos a todos!!
 

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